quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Monólogos da vida
“Eu ia a dizer que ultimamente parece que estou a evoluir para aquela idade em que as pessoas já não têm pachorra para nada, que só pensam em experimentar novas sensações, viver a vida ao máximo, seguindo as suas loucuras e aquilo que desejam fazer. Eu acho que a minha idade física não acompanha a minha idade mental… Que coisa!Dizem que com o tempo a confiança é uma palavra que se extingue. No meu vocabolário essa palavra já não existe.Não tenho grandes sonhos, não sou muito ambiciosa e na verdade não delimito nada, porque eu quero o Universo inteiro. É estupido, sermos incutidos pela sociedade a corrermos atrás de uma única coisa. Eu não gosto de grandes maratonas, mas sim de vários e diferentes saborosos passos.É como se fossemos programados a programar a nossa vida desde o momento em que nascemos para a vida. Contraponho-me a tudo isto. Não sei, mas sinto-me tão serena, tão satisfeita emocionalmente, mas tão apática perante o que se passa. Uma revolução interior…A minha frase para os pacotinhos de açucar matinais que tantas vezes me ameaça :”Um dia vou viver para a Amazónia como vim ao Mundo”
Quem sabe, eu não sei, nunca sei.”
Quem sabe, eu não sei, nunca sei.”
sexta-feira, 29 de maio de 2009
IDENTIDADE
Quero ser levada de vez pelo vento e corrompida pelo mar.
Guardo angústia de demónios cinzentos, frustrações indevidas e males que me sugam.
Quero um choro inatíngivel porque o meu sobressai na inflame dor que é o amor.
Inexistência de sentido, evolução constante de identidade.
Não consigo acompanhar esta velocidade.
Guardo angústia de demónios cinzentos, frustrações indevidas e males que me sugam.
Quero um choro inatíngivel porque o meu sobressai na inflame dor que é o amor.
Inexistência de sentido, evolução constante de identidade.
Não consigo acompanhar esta velocidade.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Quero ver-te amanhecer

Tenho o estômago a ecoar, quando mal abro os olhos cerrados da noite levada dos sonhos.
Tenho fome, quero um naco de pão que me faça ver.
Tenho fome de amor, de amar, tenho fome de te ver amanhecer.
Tenho dor, dor nas marés de ondas de ferro.
Tenho apenas tendo sem saber curar,
Esperando apenas ver-te amanhecer, quero ver-te amanhecer, quero ver-te amanhecer.
Tenho fome, quero um naco de pão que me faça ver.
Tenho fome de amor, de amar, tenho fome de te ver amanhecer.
Tenho dor, dor nas marés de ondas de ferro.
Tenho apenas tendo sem saber curar,
Esperando apenas ver-te amanhecer, quero ver-te amanhecer, quero ver-te amanhecer.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Dói-me a alma
Hoje o meu dia termina, oscilando a minha sina.
Quem se atreverá a saber mais de cada um, manipulando corpos e corações?
Hoje o meu dia termina de começar, cansado de se suportar.
Dói-me a vista e o pensamento na análise intensa de cada momento.
Isto que pode pesar mais que carne, dói-me.
Isto que não tem tamanho, que me cabe onde eu própria nunca fui.
Isto ... que parece não ter fim.
Quem se atreverá a saber mais de cada um, manipulando corpos e corações?
Hoje o meu dia termina de começar, cansado de se suportar.
Dói-me a vista e o pensamento na análise intensa de cada momento.
Isto que pode pesar mais que carne, dói-me.
Isto que não tem tamanho, que me cabe onde eu própria nunca fui.
Isto ... que parece não ter fim.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O que seria para ti…?
Seria todo o cetim da terra enxaguado, sem outro estado possível.
A visão cega de tanto ver, se encarnasse um sentido.
O rebentar das ondas ao cair da tarde quando ninguém está por perto se me soasse a algo. Flutuante quando descrevesse os movimentos que perpetua. Seria para mim assim a definição de alma.
A visão cega de tanto ver, se encarnasse um sentido.
O rebentar das ondas ao cair da tarde quando ninguém está por perto se me soasse a algo. Flutuante quando descrevesse os movimentos que perpetua. Seria para mim assim a definição de alma.
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