“Eu ia a dizer que ultimamente parece que estou a evoluir para aquela idade em que as pessoas já não têm pachorra para nada, que só pensam em experimentar novas sensações, viver a vida ao máximo, seguindo as suas loucuras e aquilo que desejam fazer. Eu acho que a minha idade física não acompanha a minha idade mental… Que coisa!Dizem que com o tempo a confiança é uma palavra que se extingue. No meu vocabolário essa palavra já não existe.Não tenho grandes sonhos, não sou muito ambiciosa e na verdade não delimito nada, porque eu quero o Universo inteiro. É estupido, sermos incutidos pela sociedade a corrermos atrás de uma única coisa. Eu não gosto de grandes maratonas, mas sim de vários e diferentes saborosos passos.É como se fossemos programados a programar a nossa vida desde o momento em que nascemos para a vida. Contraponho-me a tudo isto. Não sei, mas sinto-me tão serena, tão satisfeita emocionalmente, mas tão apática perante o que se passa. Uma revolução interior…A minha frase para os pacotinhos de açucar matinais que tantas vezes me ameaça :”Um dia vou viver para a Amazónia como vim ao Mundo”
Quem sabe, eu não sei, nunca sei.”
Quem sabe, eu não sei, nunca sei.”
Sem comentários:
Enviar um comentário