
Os teus pedidos,
São velhos a correr na estrada molhada,
é de mim me querer outra vez esquecer,
ficar na própria ausência acordada,
erguer uma moralha para depois a ver morrer.
Os teus pedidos,
Esguincham-me a alma,
Rebentam-me as veias.
Não me dão calma,
derretem de vez estas correias.
Os teus pedidos,
Pedem aos meus que peça a mim,
que resgate o inconsciene sem fim.
Esclareça de vez o que sou e posso ser,
No abstracto não quero viver!
São velhos a correr na estrada molhada,
é de mim me querer outra vez esquecer,
ficar na própria ausência acordada,
erguer uma moralha para depois a ver morrer.
Os teus pedidos,
Esguincham-me a alma,
Rebentam-me as veias.
Não me dão calma,
derretem de vez estas correias.
Os teus pedidos,
Pedem aos meus que peça a mim,
que resgate o inconsciene sem fim.
Esclareça de vez o que sou e posso ser,
No abstracto não quero viver!
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