Dedico este poema ao meu avô, não me restam mais palavras se não: "a mensagem está lá".
Encontramos a aragem da vida,
passamos por vibrações inesquecíveis,
ardemos a alma vencida,
sussurramos lágrimas imemoráveis.
passamos por vibrações inesquecíveis,
ardemos a alma vencida,
sussurramos lágrimas imemoráveis.
Abraçamos o púlpito, a memória,
a chama da vanglória.
Rasgamos o papiro da vida,
desgastamos a dor bandida!
a chama da vanglória.
Rasgamos o papiro da vida,
desgastamos a dor bandida!
Depois resta uma rosa,
uma iluminação,
dois choros paridos
desta ilusão…
uma iluminação,
dois choros paridos
desta ilusão…
Um sofrimento guardado,
Num caixão de tormentos.
Que este Ser sufocado,
Tenha melhores momentos!
Num caixão de tormentos.
Que este Ser sufocado,
Tenha melhores momentos!
Deixai-o partir,
que o seu perfume se espanda.
Faça a nossa memória sorrir,
pela dor que um suspiro seu abranda…
que o seu perfume se espanda.
Faça a nossa memória sorrir,
pela dor que um suspiro seu abranda…

Sem comentários:
Enviar um comentário