Sinto-me consumida por essa altura, em que as as horas eram minutos e os minutos segundos.
As noites eram dias e os dias desejos das noites. Sinto a falta desse tempo. Tempo em que o tempo não era uma questão de tempo e passou a sê-lo.
Em parte destruída e perdida. Porque mesmo naquela altura perdida havia uma luz que se fazia acender a cada presença tua. Não sei mais o que pensar… Existem duas explicações possíveis : tudo tem um propósito a partir do momento em que o questionamos, ou simplesmente somos tão simples e unicos como todo e qualquer humano… Não consigo aprovar a ultima explicação… Então qual será o propósito? “Porque é que tudo é tão estranho?” Serei eu que não o consigo ver? Ou é ela que não se deixa alcançar?
“Somos todos tão pequenos”


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