Quanto mais tentamos desviar traços, mais eles nos surpreendem.Às vezes depáro-me em situações do tipo tentar esconder um objecto e quantas mais vezes tento esconde-lo mais vezes ele me aparece à frente. Somos uma obra testada por nós mesmos (não pelo universo. Pois se tudo tende a ser cíclico, se existem coisas mal encaminhadas essas mesmas tendem a seguir o ciclo e quando novamente nos aparecem à frente desculpamo-nos com o “karma”, não nos cabe ser humildes e admitir os nossos pontos menos fortes, porque no momento a evidência supera tudo, acaba com a própria escala de “importância”(engraçado como esses factos são egoístas e se apoderam de toda a nossa atenção)), evitando os erros e melhorando a precisão dos cálculos emocionais.
Neste jogo terrestre se foges contra aquele “mal” que te persegue, recicla-o em “bem” porque às vezes somos nós que atribuímos essa conotação. Já que jogam connosco porque não jogar também?...
Fica aqui o desafio para os “nossos males".
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